terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Talvez eu esteja falando de amor.


Essa minha pequena (que de minha não tem nada, mas eu ainda insisto, de chama-la desta forma, pois talvez um dia, ela consiga se lembrar do tempo que éramos feitas-para-sorrir), ela anda tão desanimada, meu deus! Continua se apaixonando pelas almas que não são capazes de cultivar o amor.

Por que esses pobres homens não entendem a intensidade do amor que ela planta em sua janela? Por que eles não podem enxergar a beleza? Por que, meu deus, por quê? E como, meu deus, como ela nunca perde as esperanças? Como seu coração continua intacto, mesmo depois de tantas vezes machucado? Ela se abate, chora, respira, cantarola e sorri. Só agradeço por deixá-la forte o bastante a ponto de sorrir toda vez que algo lhe arranca o apetite, por deixá-la crescer e nunca desistir de sentir novamente o gosto bom do amor.

Tomara que um dia descubra que o ‘grande amor de sua vida’ é ela mesma

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